O Velho Eurico
A tasca moderna da Mouraria de Zé Paulo Rocha, renascida
A colina vivida onde nasceu o fado, cheia de ruas íngremes, esplanadas e tascas.
A subir a colina a norte do castelo, a Graça e a Mouraria são as zonas de Lisboa que nunca se arranjaram para os visitantes — e ganham com isso. A Mouraria é onde nasceu o fado e onde hoje dezenas de nacionalidades partilham as mesmas ruas íngremes, bancas de mercado e pequenas tascas. Mais acima, a Graça oferece esplanadas largas e miradouros onde os lisboetas bebem ao pôr do sol em vez de fazer fila para fotografias. É a cidade na sua forma mais vivida: roupa estendida lá em cima, uma guitarra algures, o cheiro a peixe grelhado.
10 lugares
A tasca moderna da Mouraria de Zé Paulo Rocha, renascida
A tasca de bacalhau que os chefs apontam como a melhor da cidade
Entrecosto na brasa e bancos comunitários num beco da Mouraria
Tasca azulejada da Graça, eleita pelos próprios chefs de Lisboa
A cozinha moçambicana com 35 anos da Mouraria
Cozinha comunitária onde o bairro cozinha em conjunto
Petiscos luso-brasileiros numa salinha da Mouraria
Sala com esplanada sobre o rio, com trinta anos de casa, acima de Santa Apolónia
Balcão minúsculo na Graça onde Portugal encontra a técnica japonesa
Balcão de kaiseki com oito lugares, de Paulo Morais
2 lugares